sábado, 20 de abril de 2013

Aviação Civil determina reforço de 77% dos servidores nos aeroportos durante Copa das Confederações


 A SAC (Secretaria de Aviação Civil) anunciou, nesta quinta-feira (18), um reforço de 77% das equipes de órgãos públicos que atuam nos aeroportos, como Polícia Federal, Receita Federal e Anac (Agência Nacional de Aviação), durante a Copa das Confederações.
Entre os dias 15 e 30 de junho deste ano, período da competição, serão mobilizados 1.723 novos servidores públicos federais para atuar nos 33 aeroportos e oito bases aéreas que vão receber turistas durante a Copa.
Essa é uma das medidas da primeira parte do plano do setor aéreo para o evento esportivo, aprovado nesta quinta-feira pela Conaero (Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias).
Além do reforço das equipes, será criado um centro de comando e controle nacional, que vai funcionar no Rio de Janeiro 24 horas por dia. De acordo com a SAC, é no Rio de Janeiro que haverá maior circulação de pessoas nos aeroportos durante a Copa das Confederações.
A estimativa é que os terminais cariocas recebam 47 mil passageiros para assistir à final da competição.
O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, explicou que a Copa das Confederações servirá como um teste para a Copa do Mundo, em 2014.
— O objetivo é não só garantir qualidade imediata, mas também um treinamento para a Copa do Mundo, que terá uma expressão muito maior. [...] Nos preparemos no detalhe para garantir que não haja surpresas.
Além do reforço no número de servidores públicos, haverá uma equipe de voluntários treinados para recepcionar passageiros e delegações de atletas.
Segundo a SAC, o Programa Brasil Voluntário, voltado para atendimento de todo fluxo de passageiros, prevê 14 voluntários por turno, em cada aeroporto.
Para atendimento das delegações, a FIFA treinou voluntários específicos. Serão distribuídas equipes de 20 pessoas em cada turno.
Simulações
Outra medida do plano nacional de controle é a realização de simulação em todos os aeroportos que vão ser utilizados durante a Copa das Confederações. Os testes vão envolver todos os processos dos aeroportos, como check in, despacho de bagagens e embarque.
Segundo o secretário-executivo da SAC, Guilherme Ramalho, todos os atendimentos dentro dos terminais serão testados.
— O teste se dará da chegada à saída dos passageiros, das cargas, das bagagens. Isso se dá pelo tipo de usuários do aeroporto, seja o turista, seja a delegação de jogadores, os convidados VIPs, as autoridades. Vamos simular todas as etapas.
A primeira simulação será em Minas Gerais, no aeroporto de Belo Horizonte, na próxima semana.
O amistoso entre Brasil e Chile, que vai acontecer no Mineirão, na próxima segunda-feira (22), será usado como teste, com a chegada da delegação chilena.
140% a mais de vagas para aeronaves
Para abrigar todos os aviões que vão pousar no Brasil durante a Copa das Confederações, a Conaero mapeou todos os aeroportos e bases aéreas nas regiões próximas das cidades-sede para que as aeronaves possam estacionar.
O plano determina um aumento de 140% no número de vagas para os aviões, o equivalente a 1.153 novas vagas distribuídas entre os aeroportos principais e os terminais menores, que ficam nas proximidades da cidade-sede.
A Secretaria de Aviação Civil garante que o número é "mais que suficiente" para receber todas as aeronaves.


Resultado da Gol: modelo de gestão precisa ser repensado


O resultado de 2012 divulgado pela Gol Linhas Aéreas nesta terça-feira (26) deixou o mercado em alvoroço e repleto de dúvidas se a empresa poderá se reerguer para continuar com o mesmo nível nas operações. Para especialistas, o mercado interno para o setor de aviação vem demonstrando grande crescimento nos últimos anos e há um descompasso no desempenho da empresa.
Erros de gestão e maior concorrência na área também contribuíram para a performance no ano passado, afirmaram analistas do setor aeroviário.
Número 
O número é impressionante: prejuízo de R$ 1,51 bilhão no ano passado. Em 2011, as perdas somaram R$ 751 milhões. Trata-se do pior resultado da história da Gol. A aérea apontou o aumento do preço dos combustíveis e a desvalorização do real frente ao dólar como justificativas. O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, afirmou que a empresa deverá estender a redução da oferta da empresa para 2014. A expectativa é de uma diminuição de 8% a 10% na quantidade de assentos oferecidos ainda no primeiro semestre e 7% até o final de 2013. 
O jornal Folha de S.Paulo publicou nesta terça-feira que a empresa passará a operar no modelo Buy on Board (BOB), quando os passageiros terão de pagar por refeições e lanches, e que somente a água será gratuita. A informação se baseia em comunicado da empresa destinado a pilotos e comissários. 
Na Bolsa de Valores de São Paulo, embora tenham fechado em alta na terça-feira, as ações da empresa aérea encerraram o pregão desta quarta-feira em queda de 3,13%, cotadas a R$ 11,72. 
Associação de fatores
Para o professor da Escola de Engenharia de São Carlos da USP James Waterhouse, uma associação de equívocos de gestão e fatores conjunturais levaram ao desempenho da companhia em 2012. Segundo ele, a aquisição da Webjet teve como motivação absorver a demanda da concorrente, mas uma série de erros, como a demissão de 850 funcionários que recorreram à Justiça e obtiveram ganho da causa, fez com que a operação fosse nociva às finanças da empresa.  
Além disso, o professor destaca que o aumento de 18%  do combustível, em média, bem como o que classificou de "briga tarifária" entre as companhias do setor, trouxeram maiores custos à aérea. "O surgimento e a consolidação de empresas como Avianca e Azul trouxe maior concorrência no mercado", avaliou. 
Em relação ao suposto BOB que a empresa implementará e que já vem sendo relatado em voos por diversos passageiros, Waterhouse ressalta ser mais um erro de gestão. "Uma refeição básica custa muito barato. Esse tipo de medida e sua repercussão causa uma rejeição dos passageiros. Pode ser para mostrar uma austeridade no comando da empresa, mas pode ter o efeito reverso", destacou.
Apesar do resultado negativo histórico, o especialista não acredita em falência ou outras medidas mais drásticas. "A companhia tem um marketshare respeitável", com uma frota de aviões atualizada, rotas diversas e pontualidade. Além disso, está fazendo um grande esforço para se reestruturar", analisa. 
Concorrência eficaz
Ele destaca o modelo implantado pela companhia Azul, que tem eficiência "ímpar" no mercado da América Latina, e deve ser seguido. Outro problema, segundo o professor, é o fato de a frota da Gol ser padronizada com aviões Boeing 737, cuja capacidade média é de 150 passageiros. A parte positiva disso, explica, é padronizar a manutenção e treinamento de pilotos, o que reduz os custos. "Por outro lado, atingir vários pontos com o mesmo equipamento faz com que alguns aviões sejam muito grandes para algumas rotas e não fiquem ocupados", afirma.
"A Gol usa um modelo de gestão que funcionou e fez grande sucesso nos últimos anos,  mas o mercado é dinâmico. Outros modelos foram implementados e a Gol não se adequou. Além disso, quis fazer a aquisição da Webjet, que foi desastrosa. Para sair dessa ponta negativa, tem que mudar a forma de encarar o mercado", finalizou. 
"Enigma"
Para José Massa, sócio da JWMassa Consultoria e Assessoria, especializada no setor aéreo, o Brasil vive há mais de dez anos com uma taxa de crescimento média de 10% por ano no movimento de passageiros. "Mesmo assim as empresas estão tendo prejuízo. Há algo errado nessa equação, é um enigma", avalia. 
"Se estamos com uma taxa de movimento altíssima e as empresas amargam prejuízo, tem algo errado. Ou são as tarifas, ou a precificação do combustível. Cresce o mercado, mas diminui a lucratividade? Economicamente, isso é uma incoerência", afirma.
Para ele, a concorrência de empresas como a a Avianca e a Azul não afeta diretamente a Gol porque os segmentos em que atuam são distintos. "A malha de voos da Gol é muito mais abrangente", diz. "Se esse mercado estivesse ruim, as empresas internacionais estariam expandindo sua atuação no Brasil? Infelizmente, há divergência de pontos de vistas". 
Massa lança à dúvida o aproveitamento das rotas e da malha de voo adquiridas da antiga Varig, operação realizada em 2007 e que custou US$ 320 milhões. "O vácuo deixado pela Varig não foi suprido, especialmente em rotas internacionais", advertiu, lembrando que, na época, os analistas acreditavam que a compra da Varig daria mais robustez às operações da Gol. 


Ministério da Justiça notifica TAM por passagens com preços diferentes


O Ministério da Justiça informou, nesta quarta-feira (17), que notificou a companhia aérea TAM para prestar esclarecimentos sobre as denúncias de que a empresa estaria cobrando preços diferentes no Brasil e para passageiros residentes em outros países.

A empresa tem prazo de dez dias, a partir do recebimento da notificação, para responder aos questionamentos do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do Ministério da Justiça.

De acordo com o DPDC, o Código de Defesa do Consumidor protege o consumidor contra práticas discriminatórias. Caso seja constatada infração, a TAM pode vir a ser multada em mais de R$ 6 milhões, informa o ministério.


Procurada pelo G1, a TAM informou que "foi notificada e vai prestar todos os esclarecimentos necessários ao órgão".

O caso
Na terça-feira, a diferença de preço numa mesma passagem aérea vendida nas versões brasileira e internacional do site da TAM surpreendeu clientes e repercutiu na internet, após um consumidor postar uma queixa no Facebook relacionada ao tema.

O músico Leonardo Barbalho, de 33 anos, publicou duas imagens da tela de seu computador que mostravam a mudança no preço de uma passagem no voo JJ3936  -- do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, para o Santos Dumont, no Rio -- simplesmente com a mudança do site para a versão internacional, em inglês.

Enquanto na versão para clientes internacionais o bilhete saía por US$ 58 (R$ 116), no site do Brasil o valor era seis vezes maior: R$ 705.

A TAM afirmou, em nota, que a diferença foi causada por um erro no sistema. “O erro foi temporário e já foi corrigido, graças ao alerta de nossos clientes”, escreveu a empresa.


A empresa também afirmou que trabalha com o conceito de “composição dinâmica de preços”. “Sendo assim, o que determina o valor das passagens é a demanda de cada perfil de passageiro e a oferta disponível, o que pode variar de acordo com cada mercado. Por isso, o site da TAM possui versões para cada país em que a empresa opera”, afirma a nota.

Cada versão do site só permite compras com cartões de crédito emitidos no país selecionado pelo cliente.

Aerolineas Argentinas em Belo Horizonte, Porto Alegre e Rio de Janeiro


A partir de 1 de junho, os voos ARG 2266 e ARG 2267, Ezeiza – Confins) serão operados com aeronaves Embraer 190 da Austral. Já os voos ARG 2228/1228 e ARG 2229/1229, terão os Boeing 737-700 no lugar dos Embraer 190. No Galeão, os serviços com Embraer 190 serão substituídos apenas no dia 2 de junho pelo Boeing 737-700.

Volaris recebe Airbus A320 equipado com Sharklet




Volaris A320
A Volaris recebeu seu primeiro Airbus A320 equipado com Sharklet com um voo especial entre a Cidade do México e Cancun. A Volaris é a primeira empresa mexicana a operar uma aeronave com os novos dispositivos de ponta de asa que propiciam economia de combustível. O voo de hoje demonstrou a eficiência da aeronave para representantes de autoridades da França, Alemanha e Espanha que estavam a bordo, acompanhados de executivos da Airbus e da Volaris. O avião conta com motores IAE.
Os dispositivos Sharklet são feitos de compostos leves e têm 2,4 metros de altura. Representam uma opção na nova aeronave da família A320 e permitem que as companhias aéreas clientes da Airbus reduzam a queima de combustível em até 4% em trechos mais longos, e reduzam aproximadamente mil toneladas de emissões de CO2 por avião, por ano. Os Sharklets oferecem às operadoras a flexibilidade de acrescentar uma faixa adicional de 100 milhas náuticas ou uma capacidade de carga útil de até 450 kg.
A Volaris é a primeira companhia aérea do México a encomendar o A320neo, com um acordo de compra para 44 aeronaves, incluindo 30 A320neo e 14 A320ceo. A empresa, que tem uma frota totalmente composta por modelos Airbus, atualmente opera 41 aviões da Família A320 e tem uma provisão de 50 unidades.

sábado, 6 de abril de 2013

Caça F-35B realiza seu primeiro pouso vertical de noite


F-X2: Brigadeiro defende necessidade de compra de caças


Ao deixar o comando da Comissão Coordenadora do Programa de Aeronave de Combate (COPAC), nesta quinta-feira, o brigadeiro Carlos Baptista Júnior defendeu a necessidade de o governo decidir pela compra dos caças, cujo processo se arrasta há mais de 12 anos. De acordo com Baptista Júnior, “o ponto crucial do problema” a ser discutido pelo País é “a falta de uma capacidade operacional” da Força Aérea hoje, “e não qualquer outro aspecto”.
Com esta fala, ele expõe uma insatisfação da Força Aérea pelo fato de o governo ter adiado, mais uma vez, a compra dos caças. Em dezembro, em Paris, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a compra dos aviões dependerá da retomada do crescimento da economia “a taxas maiores”, acrescentando que isso poderá “levar ainda algum tempo”, sem precisar quanto.
“Como comandante da Defesa Aeroespacial do Brasil, cargo que assumi há três dias, ratifico a importância de priorização deste tema, não apenas por vislumbrar os grandes eventos que ocorrerão em nosso País, mas por julgar que nosso povo merece um adequado nível de segurança, todos os dias, independente do que uma competição esportiva possa significar de exposição ou de ameaça”, disse ele em discurso, na presença do comandante da Força Aérea, brigadeiro Juniti Saito.
Baptista Júnior destacou que o ponto a ser tratado, no momento, é a falta de capacidade operacional da Força Aérea e não qualquer outro, em resposta às últimas discussões sobre a compra dos caças, que se concentrava na questão da transferência de tecnologia. Na FAB, no momento, o desejo dos militares é que se opte por algum modelo, qualquer que seja.
“À guisa de exemplo, identifico, com tristeza e preocupação, que as possibilidades de transferência de tecnologia para nossa indústria – verdadeiras ou não, praticáveis ou inviáveis – assumiram posição de destaque no processo de seleção do Projeto F-X2, e que em muito contribuíram para que a decisão final ainda não tenha sido tomada, e que a necessidade operacional ainda não tenha sido atendida”, prosseguiu o brigadeiro citando que não estava culpando a indústria pelo atraso. Para ele, a capacidade operacional, que destaca ser o foco do problema, “será trazida por um sistema de armas, e todo o resto, inclusive lucro e transferência de tecnologia, serão consequências”.
Histórico
A novela da compra do FX começou em julho de 2000, quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso deu o primeiro passo para a compra de 24 caças ao custo de US$ 700 milhões. Entre idas e vindas, o projeto agora chamado de F-X2 prevê a compra de 36 caças e tem custo da ordem de US$ 4 bilhões. Os Mirage 2000 que hoje fazem o papel de segurança do espaço aéreo começarão a serem desativados no final de 2013.

Boeing 787 completa teste para certificar correção de bateria


A Boeing completou o voo teste nesta sexta-feira com seu avião 787 Dreamliner, como parte dos ensaios para certificar o novo sistema para prevenir incêndios e superaquecimento das baterias de íon-lítio da aeronave.
O voo teve duração de cerca de 1 hora e 50 minutos, segundo a Boeing.
Os dados do voo, que tinha a bordo representantes da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos, serão enviados ao órgão regulador, que decidirá sobre a aprovação do jato para retomada de voos comerciais.
O 787 foi colocado em solo no mundo todo por reguladores em janeiro, após o superaquecimento das baterias em duas unidades do avião.

ANAC notifica GOL por problema em check-in no Rio


A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) notificou nesta manhã a GOL Linhas Aéreas, que terá cinco dias para prestar informações sobre a falha no sistema de check-in apresentada nesta madrugada no Aeroporto do Galeão (RJ) e eventual extensão do problema ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. As informações prestadas pela empresa serão incorporadas ao processo de auditoria operacional em curso na Agência desde outubro de 2012, em razão de instabilidade nos sistemas de check-in de algumas companhias aéreas. Dentre as recomendações da ANAC à empresa estará o aperfeiçoamento da solução de backup do sistema de check-in (ou sistema reserva) para o processamento de passageiros nos aeroportos, sob pena de restrições às suas operações.

Verificação preliminar da Agência demonstra que dos 46 voos programados pela empresa partindo dos dois aeroportos, 19  voos no Galeão e um no Santos Dumont sofreram atrasos, e três foram cancelados (dois no Galeão e um no Santos Dumont). Segundo informações preliminares, o sistema foi restabelecido às 8h20. A ANAC  monitora a situação desde o início do problema e continua acompanhando a prestação de assistência aos passageiros afetados por atrasos e cancelamentos, conforme a Resolução nº. 141/2010. De acordo com a norma, os passageiros deverão receber o auxílio material independentemente do motivo. A falta de assistência pode gerar multa de R$ 4 mil a R$ 10 mil por infração e a empresa também será oficiada para prestar informações e comprovar a adoção dessas medidas em relação aos passageiros afetados.

Avianca transporta 3,9 milhões de pax no 1º bimestre


Nos dois primeiros meses do ano, a Avianca Taca transportou 3,9 milhões de passageiros – crescimento de 9,7% em relação a igual período do ano passado.

Em fevereiro, a capacidade (assento por quilômetro disponível) teve incremento de 1,6% e o tráfego de passageiro (passageiros pagos por quilômetro rodado) cresceu 5,5%, o que representa 1,8 milhão de paxs. A ocupação foi de 80,7%.

Mercado doméstico (Colômbia, Peru e Equador)

Durante janeiro e fevereiro de 2013, o número de passageiros nos mercados da Colômbia, Peru e Equador foi de 2,2 milhões (+11,4%), com uma ocupação de 79,5% no período.

Mercado internacional

A companhia aérea transportou 1,7 milhão de passageiros (7,4%) em rotas internacionais durante os dois primeiros meses do ano. A capacidade teve aumento de 1,9% e a ocupação foi de 82,9%.

terça-feira, 26 de março de 2013

TAM começa a oferecer check-in pelo celular em voos internacionais


A TAM Linhas Aéreas iniciou hoje a operação do seu check-in pelo celular em voos internacionais. Agora, os voos entre o aeroporto de São Paulo/Guarulhos e destinos da TAM na América Latina e na Europa oferecem a opção que dispensa a impressão do cartão de embarque. A única exceção são os voos de e para os Estados Unidos, além de frequências operadas pela filial da TAM no Paraguai.
A TAM foi pioneira em oferecer o serviço no Brasil. Com esta ampliação, agora os seus clientes também podem agilizar o embarque em voos internacionais entre São Paulo e as cidades de Buenos Aires, Caracas, Cidade do México, Frankfurt, Lima, Londres, Madri, Milão, Montevidéu, Paris e Santiago. Além disso, a companhia segue oferecendo o check-in pelo celular em todos os seus voos domésticos no Brasil, operados entre 42 aeroportos.
O check-in pelo celular é um serviço oferecido a partir de dispositivos móveis conectados à internet. Após realizar o seu check-in no site da TAM  o passageiro recebe por e-mail ou SMS um cartão de embarque eletrônico que pode ser acessado em seu celular ou tablet. Este cartão eletrônico contém um código de barras bidimensional (2D) que deve ser apresentado na entrada da sala de embarque, diretamente na tela.
Como dispensa a impressão de papel para gerar o cartão de embarque, o check-in pelo celular é uma opção sustentável, que promove um embarque seguro e mais rápido. O cliente pode realizar esse tipo de check-in entre 72 e 2 horas antes da decolagem do voo, e só terá de se dirigir ao balcão da empresa caso tenha bagagem para despachar. Para permitir o serviço em voos ao exterior, a TAM já está oferecendo posições exclusivas para o despacho de bagagens em seu balcão de atendimento dedicado a voos internacionais, no aeroporto de São Paulo/ Guarulhos.
O serviço também permite marcar ou alterar o assento, inserir o número do cartão TAM Fidelidade e realizar o check-in de mais de uma pessoa ao mesmo tempo, desde que todos estejam no mesmo código de reserva.

Horários da Etihad Airways, em junho e julho


A Etihad Airways inicia seus voos para o Brasil, em São Paulo, no próximo mês de junho, com 3 voos semanais, a bordo do Airbus A340-600. O voo EY 191 decola de Abu Dhabi às 08h15 e pousa em Guarulhos às 16h20 de terça, quinta e sábado. O retorno, no mesmo dia, acontece decolando de Guarulhos, no voo EY 190, às 22h45 e pousando às 14h45 em Abu Dhabi. A partir de 1 de julho o voo torna-se diário.

GRU Airport registra 2,5 milhões de passageiros e 20 mil voos em fevereiro


O GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo registrou um movimento de 2,515 milhões de passageiros durante o mês de fevereiro, um aumento de 1,6% em relação ao mesmo período de 2012.
No acumulado do ano, o aeroporto movimentou 5,588 milhões de passageiros – 1,7% a mais que no primeiro bimestre de 2012. A estimativa para 2013 é de um movimento de cerca de 35 milhões de passageiros, ante os 32,8 milhões registrados no ano passado.
Em fevereiro, foram realizadas 20.364 operações de pouso e decolagem, sendo 14.313 de voos domésticos e 6.051 de internacionais. Neste ano, o aeroporto já registrou 43.097 pousos e decolagens, dos quais 30.223 foram de voos nacionais e 12.874 de internacionais.

domingo, 24 de março de 2013

Falência da Panair em debate


Comissão Nacional da Verdade se reuniu no Teatro Maison de France, no Centro do Rio, para discutir as causas da falência da Panair (ALE SILVA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO RJ )
 As causas que levaram à falência da companhia aérea Panair do Brasil, ocorrida em 1965, foram examinadas ontem, durante audiência pública da Comissão Nacional da Verdade, que se reuniu pela manhã no Teatro Maison de France, no Centro do Rio. O objetivo da audiência foi colher dados, depoimentos e documentos sobre a empresa, que, no entender dos promotores, foi prejudicada pelo regime militar (1964-1985). O caso vai integrar o relatório da Comissão da Verdade, a ser entregue em maio de 2014 à presidente Dilma Rousseff.
 Documentos indicam que o governo da época, empossado após a derrubada do presidente constitucional, João Goulart, por um golpe dado por setores das Forças Armadas com apoio de políticos conservadores civis, perseguiu os donos da empresa, contrários ao movimento golpista. A Panair pertencia aos empresários Celso da Rocha Miranda e Mario Wallace Simonsen, que apoiavam Juscelino Kubitschek, presidente da República de 1956 a 1961 e opositor do regime.
Em 10 de fevereiro de 1965, sem nenhum aviso prévio, o governo militar cassou todas as licenças de voo da Panair. As rotas foram distribuídas às demais companhias, principalmente à Varig. Cinco dias depois, foi decretada a falência empresa, que tinha 5 mil funcionários. A alegação era de que a Panair estava em grave situação econômica e isso representaria risco à segurança dos voos. No entanto, meses antes a Aeronáutica havia emitido documento comprovando a regularidade e a solvência da empresa.
 Simonsen morreu 37 dias após a decretação da falência. Rocha Miranda discutiu o caso na Justiça até morrer, em 1986. A empresa ainda existe e é dirigida por Rodolfo da Rocha Miranda, filho de Celso, mas seus únicos contratados são advogados que ainda discutem judicialmente a responsabilidade pela falência. No ano passado, com base na Lei de Acesso à Informação, Rodolfo conseguiu documentos produzidos durante a ditadura pela Aeronáutica e pelo Ministério da Fazenda que relatam supostas manobras praticadas pelo governo militar para garantir a falência da Panair. Uma delas foi a norma que proibiu empresas aéreas de entrar em concordata.
 O herdeiro da Panair encaminhou esses documentos à CNV. Participaram do debate de ontem a advogada Rosa Cardoso, integrante da Comissão; Paulo Sérgio Pinheiro, coordenador da CNV; os historiadores José Murilo de Carvalho e Heloísa Murgel Starling; e o escritor Daniel Sasaki, autor de Pouso forçado, livro sobre a Panair. Rodolfo da Rocha Miranda e a filha de Mario, Marylou Simonsen, estiveram na audiência.
 Mais de 150 ex-funcionários da companhia aérea (ou seus familiares) prestigiaram a reunião e, ao final, deram depoimentos sobre o drama que enfrentaram com o fechamento da Panair. “Eu era comissário de bordo, fiquei sem emprego e sem dinheiro, porque a Panair foi fechada no dia 10 e receberíamos (o salário de janeiro) dois dias depois. Com outros comissários, fomos ao Palácio Laranjeiras (que era usado pelo presidente da República durante suas visitas ao Rio) e montamos acampamento lá. Castello Branco (o então presidente) passava por nós e desviava o rosto”, conta Cláudio Matos de Araújo, de 72 anos, que se tornou vendedor e depois formou-se em biologia. “Ficamos semanas ali, mas não conseguimos fazer com que o governo mudasse de ideia. Nunca mais trabalhei com aviação”, conta.
 RECONHECIMENTO O atual presidente da Panair reafirmou que não pensa em ressarcimento. “A intenção não é cobrar alguém pelos prejuízos. Quero apenas que o Estado reconheça que a falência da Panair não foi culpa de seus donos, mas sim uma manobra da ditadura”, disse. Segundo Rosa Cardoso, mesmo que fique demonstrado o prejuízo causado aos empresários, a investigação não vai gerar responsabilização criminal de ninguém, por imposição da Lei de Anistia, de 1979.
 A Panair do Brasil tinha capital 100% nacional. Esse será o primeiro caso de empresa investigada pela comissão. Os herdeiros e funcionários se reúnem periodicamente para conversar sobre as causas que levaram à ruína da Panair do Brasil.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Azul está pronta para operar mais voos em Congonhas


A Azul Linhas Aéreas está pronta para operar mais voos no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, mas mantém a posição de que os horários de pouso e decolagem não devem ser redistribuídos como propõe a Secretaria de Aviação Civil (SAC), segundo o diretor de comunicação e marca da empresa, Gianfranco Beting.
"A companhia está pronta para a abertura de Congonhas", disse ele a jornalistas, após participar de evento do setor aéreo nesta terça-feira.
Questionado sobre quantos horários de pouso e decolagem - conhecidos como slots - a empresa estaria interessada, o executivo ressaltou que a Azul não tem uma posição definida.
"Não adianta fazer muitas projeções sobre Congonhas. Tem que ver quantos slots vão ser abertos. Slots não são apenas um número", afirmou, adicionando que é necessário avaliar itens como a periodicidade e compatibilidade dos horários de pouso e decolagem.
Beting reforçou a posição da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), da qual a Azul faz parte junto com Avianca, Gol e TAM, contra a proposta da SAC de redistribuição dos horários atuais.
"A gente acompanha a proposta feita pela Abear. Slot não pode ser tomado", disse. A associação defende o aumento da capacidade do aeroporto, que atualmente está em 34 pousos e decolagens por hora.
O diretor afirmou que no caso de uma abertura de Congonhas, a empresa teria como operar no local considerando o crescimento da frota já previsto. Segundo Beting, a Azul deve receber 16 novos aviões neste ano.
(Por Roberta Vilas Boas)

Turkish diário em julho


Foto: Enos Moura Filho
                                                    Foto: Enos Moura Filho
A partir do próximo dia 1 de julho, a Turkish Airlines, passará das atuais quatro para sete frequências semanais na rota Istanbul – São Paulo – Buenos Aires, com o Boeing 777-300ER.  Os horários seguem logo abaixo:
Nr.VooDecola deHorárioPousa emHorárioAeronaveFrequência
TK 015Istanbul09h30São Paulo16h55Boeing 777-300ERDiário
TK 015São Paulo18h30B.Aires21h15Boeing 777-300ERDiário
TK 016B.Aires22h40São Paulo01h30Boeing 777-300ERDiário
TK 016São Paulo03h05Istanbul21h35Boeing 777-300ERDiário

quarta-feira, 20 de março de 2013

Projeto obriga Anac ter espaço na web para reclamação


A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou na manhã desta quarta-feira um Projeto de Lei do Senado, que poderá obrigar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a manter em sua página na internet espaço para receber reclamações e denúncias de passageiros contra companhias aéreas. A ideia é que as informações prestadas pelos usuários de transporte aéreo sejam usadas para divulgação de indicadores de desempenho das empresas e dos aeroportos.

O projeto do senador Sérgio Souza (PMDB-PR), relatado na comissão pelo petista Jorge Viana (AC), permite que os interessados tenham acesso ao andamento da denúncia ou queixa apresentada, de forma que possam acompanhar o resultado. "A criação de um sítio na rede mundial de computadores, de fato, torna mais fácil o recebimento de reclamações de usuários de serviços aéreos, além de conferir transparência a esse processo. A proposição é meritória e deve prosperar", afirmou Jorge Viana em seu parecer.

Viana fez ajustes de redação no projeto e rejeitou emenda aprovada pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), que determinava a divulgação na mesma área para registro de queixas dos usuários, de indicadores de desempenho das empresas aéreas e dos aeroportos. A rejeição à emenda foi motivada por questionamentos feitos pelos senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Aloysio Nunes (PSDB-SP).

O Código Brasileiro de Aeronáutica tipifica como infrações cancelamentos e atrasos de voos, práticas de overbooking, extravio e avarias em bagagens. Porém, justifica o autor, não há um disciplinamento quanto à abertura de um canal direto de acesso entre o passageiro e o órgão regulador. Se não houver recurso para a votação no Plenário da Casa, a matéria segue direto para a Câmara, onde começa a tramitar nas comissões.

Tam e Gol falam sobre desafios da aviação na Am Latina

Artur Luiz Andrade (PANROTAS) durante painel com Paulo Kakinoff (Gol) e Marco Antônio Bologna (Tam)
Os presidentes da Tam e Gol, Marco Antônio Bologna e Paulo Kakinoff, respectivamente, participaram do painel “As novas Gol e Tam, seus líderes e planos de crescimento e inovação no Brasil e na América Latina”, mediado pelo editor-chefe da PANROTAS, Artur Luiz Andrade.

Entre os desafios apresentados, parcerias, fusões e alianças ganharam destaque. Em relação ao assunto, Kakinoff foi enfático: “não pretendemos entrar em uma aliança global, e sim investir em parcerias, principalmente com a Delta”. Com a aérea norte-americana, que detém 3% da Gol, a companhia brasileira terá code-share intensificado a partir de maio. A Gol realizou, em 23 de fevereiro, uma reformulação em 40% de sua malha aérea, o que fez com que a companhia ofereça 970 voos por dia, em 51 destinos domésticos e 14 internacionais. 

No caso de Bologna, o foco foi a fusão com a Lan e formação da Latam, que detém cerca de 55% da oferta de assentos da América do Sul. “Poucas companhias aéreas têm presença continental como a nossa”, destacou. Atualmente, a Latam tem 319 aviões e pedidos de compra para 218 equipamentos até 2019. Mesmo com a expansão decorrente da fusão, por questão de custos, a Tam reduziu frequências para os Estados Unidos por conta da sazonalidade. “Priorizamos o viajante executivo, neste caso.”

CONCORRÊNCIA EXTERNA
Uma das ações que o governo pretende incentivar é o ingresso de companhias aéreas estrangeiras no mercado brasileiro. De acordo com Kakinoff, antes de ser oferecido algum benefício, é preciso ver o que foi feito no mercado pelas companhias que aqui atuam. “Não somos contrários, desde que não haja alterações nas rotas estabelecidas.”

Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), da qual participam Tam e Gol, as companhias que atuam no País transportaram mais de 100 milhões de pessoas no ano passado, marca atingida pela primeira vez. “Temos possibilidade para dobrar esse número, desde que tenhamos infraestrutura para isso”, explicou. A construção de mais de 200 aeroportos, para o presidente da Tam, é uma boa notícia. O editor da PANROTAS questionou se haveria aeronaves para atender os novos terminais. “Teríamos, sim”, garantiu Bologna.

O Fórum PANROTAS acontece em aliança institucional com a CNC – Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo, patrocínio do Sebrae, patrocínio premium de CVC, Gol e Itaú; patrocínio master de American Airlines, GJP Hotéis e Resorts, Reserva Fácil, Sabre Travel Network e Tap; patrocínio executivo de Beto Carrero, Esferatur, GTA, Iberostar Hotels and Resorts, Instituto Alatur, Localiza e Reserve, patrocínio de gastronomia de Blue Tree Hotels; destinos patronos Pernambuco e Recife; audiovisual da R1 Solutions, consultoria em tecnologia da Bysense e assessoria de comunicação da B4T. Além disso, o evento terá compensação de carbono realizada com apoio da Tour House

Fonte:www.panrotas.com.br

sábado, 16 de março de 2013

Air France e Lufthansa com promoções


Apenas entre esta sexta-feira dia 15 e a segunda-feira dia 18 de março, a Air France está oferecendo uma promoção tarifária na classe econômicapara voos partindo de São Paulo e Rio de Janeiro direto para Paris, a partir de U$798.
Além do sistema de entretenimento individual, com 600 horas de programação, incluindo filmes, séries de TV, desenhos animados, jogos e 3000 músicas, champagne em todas as classes e tripulação que fala português, a Air France é a única que propõe o estilo francês desde o embarque.
Central de Reservas Air France: www.airfrance.com.br
Capitais e regiões metropolitanas: 4003-9955
Demais localidades: 0800 888 9955
Já a Lufthansa está com tarifas especiais na classe executiva. Até 31 de março, as passagens de ida e volta para a Europa, Londres ou Paris, por exemplo, variam a partir de US$ 2.999. A promoção também tem preços reduzidos para o Oriente Médio. Para o Cairo, por exemplo, os preços começam em US$ 3.899. No caso de Bombaim e Bangkok, viajar de classe executiva também está mais em conta. O bilhete de ida e volta varia a partir de US$ 5646.
A promoção é válida para compra até 31 de março e embarque de 26 de março a 11 de abril, com retorno máximo até 30 de abril. A compra precisa ser feita com pelo menos sete dias de antecedência da data da viagem. Mais informações em www.lufthansa.com
Atualmente, a Lufthansa oferece dois voos de São Paulo para a Europa todos os dias, Frankfurt e Munique, e um do Rio de Janeiro para Frankfurt. Dos dois centros de distribuição, oferece conexões para toda a Europa, Ásia e Oriente Médio.

Rolls-Royce equipa centésima unidade do Airbus A380

Malaysia Airlines - Airbus A380

A Rolls-Royce parabenizou a Airbus pela entrega de sua centésima aeronave do modelo A380. A unidade, que é impulsionada por motores Trent 900 do Grupo britânico, será operada pela companhia aérea nacional da Malásia, a Malaysia Airlines.
O presidente da Rolls-Royce na América do Sul, Franciso Itzaina, lembrou que os motores Trent 900 do Grupo foram os escolhidos há cerca de cinco anos pela fabricante francesa para equipar sua primeira aeronave A380. “É, portanto, um orgulho para nós equipar esses aviões nos últimos anos”, afirmou o executivo. “Será um prazer manter essa parceria pelas próximas décadas, prestando também todo o suporte necessário aos clientes que utilizam tais aeronaves”, acrescentou.
Com base na experiência alcançada em dois milhões de horas de voos do Trent 900 e em informações obtidas pelo Grupo, relativas à performance dos motores de toda a família Trent, a Rolls-Royce vem reduzindo o consumo de combustível do equipamento e está empenhada em melhorar ainda mais esse indicador.
O Trent 900 foi o motor escolhido por 11 das 16 companhias aéreas que operam o A380 da Airbus. A primeira turbina do modelo instalada no A380 entrou em serviço, pela primeira vez, em 2007. A aeronave foi operada pela Singapore Airlines, de Cingapura.
Já o primeiro avião A380 da Malaysia Airlines entrou em serviço em julho de 2012 e, desde então, mais seis aviões do mesmo modelo já foram encomendados pela empresa. Todos eles serão equipados com o Trent 900.

FAB encerra processo de seleção de aeronaves reabastecedoras

n770qt03ab
O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informa que o Comando da Aeronáutica encerrou o processo de seleção das duas aeronaves de grande porte que substituirão os KC-137 operados pelo 2° Esquadrão do 2º Grupo de Transporte (2°/2°GT).
A proposta escolhida foi a da empresa Israel Aerospace Industries – IAI, que converterá aeronaves comerciaisBoeing 767-300ER em plataformas capazes de realizar reabastecimento em voo, transporte estratégico de carga e tropa e evacuação aeromédica, de acordo com os requisitos formulados pela Força Aérea Brasileira.
O Projeto KC-X2, como foi chamado o processo de substituição dos aviões, foi instituído pelo Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER) em 2008 e conduzido pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), que buscou as melhores soluções existentes no mercado, considerando requisitos técnico-operacionais, logísticos, industriais e de compensação comercial e tecnológica para o estado brasileiro.
Os antigos KC-137 foram fabricados na década de 1960 e incorporados à FAB em 1986, tendo sido empregados, desde então, em diversas missões operacionais e humanitárias de grande relevância para a Força Aérea Brasileira e para o Brasil.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Justiça do Trabalho condena Gol a pagar R$ 1 milhão por demissões na Webjet


A companhia aérea Gol foi condenada a pagar R$ 1 milhão por dano moral coletivo pelas demissões em massa realizadas quando a empresa assumiu o controle, no fim do ano passado, da Webjet. A informação é do Ministério Público do Trabalho do estado do Rio de Janeiro (MPT-RJ), que moveu a ação civil pública contra a Gol.
A 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro determinou que a Gol faça a reintegração dos cerca de mil funcionários demitidos, sob multa diária de R$ 100, por trabalhador, caso não cumpra a determinação. Em caso de demissões a partir da sentença, a multa diária por trabalhador será R$ 1 mil. Como a sentença é de primeira instância, cabe recurso.
A Gol demitiu 850 funcionários da Webjet em novembro de 2012. Na época a empresa contava com 1,4 mil funcionários. Em 7 de dezembro de 2012, a Justiça do Trabalho concedeu liminar ao Ministério Público do Trabalho em ação civil pública pedindo a nulidade das dispensas e a reintegração dos profissionais demitidos em novembro. A ação também determinava negociação da empresa com os sindicatos das categorias. Em 27 de dezembro de 2012, a Gol reintegrou os profissionais. Tais ações foram mantidas daquela data até 1º de março, quando a empresa voltou a demitir 748 profissionais que haviam sido reintegrados. Em 6 de março, a Gol desligou 84 colaboradores do quadro administrativo em continuidade ao processo de encerramento das atividades.
Na ação civil pública, o MPT-RJ denunciou que a empresa não realizou negociação prévia com o sindicato da categoria, conforme determina o Tribunal Superior do Trabalho (TST), e que não cumpriu um dos termos de compromisso, o de manter os empregos dos funcionários da Webjet.
A assessoria de comunicação da Gol informou, em nota, que a companhia mantém seu posicionamento e recorrerá da decisão. A empresa afirma que cumpriu o primeiro termo da decisão de reintegração e que, após o término do prazo, a empresa deu início imediato ao envio de convites aos sindicatos das categorias envolvidas (aeronautas e aeroviários) para negociar condições compensatórias adicionais às obrigações garantidas por lei nos casos de desligamento.
Ainda segundo a Gol, atas assinadas pelos representantes da empresa e dos sindicatos atestam as tentativas de negociação e respectivas frustrações. “Todas as propostas apresentadas pela companhia foram rejeitadas. Tendo exauridas todas as tentativas, a companhia considerou as negociações encerradas e frustradas”, informou a empresa.
De acordo com a empresa, por se tratar de uma companhia aérea, a negociação prévia não ocorreu para que não houvesse interferência na segurança da atividade fim. “Aeronautas – tripulantes técnicos e comerciais – e profissionais de manutenção desempenham funções que estão diretamente ligadas à segurança de uma operação”, informa a nota.
A presidenta do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, disse que a proposta da Gol para os trabalhadores foi “indecente” e que por isso as reuniões foram frustradas. “Ela [Gol] ofereceu cinco meses de cesta básica, de plano de saúde e 20 dias de aviso prévio. Se posso ter meu salário completo, minha cesta básica, por meio de liminar, como vou aceitar essa proposta?”, argumentou, comemorando a decisão da Justiça. “No Brasil, o setor privado faz o que quer com o trabalhador e, com essa decisão, a Justiça do Trabalho está fazendo valer a lei, a convenção coletiva do trabalho.”

Brasil e Nova Zelândia assinam acordos de aviação e intercâmbio educacional


 A presidenta Dilma Rousseff e o primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key, assinaram acordos de cooperação bilateral nas áreas de serviços aéreos e de educação. Os acordos foram assinados durante a visita oficial de Key, após reunião no Palácio do Planalto.
O acordo sobre serviços aéreos vai permitir a ampliação do transporte aéreo entre os dois países e o desenvolvimento de um sistema de aviação civil mais amplo e com mais concorrência. Segundo a Secretaria de Aviação Civil, com o acordo, as empresas aéreas que operam voos entre Brasil e Nova Zelândia poderão determinar a frequência e a capacidade dos voos internacionais entre os dois países. Antes, as condições eram limitadas pelas autoridades aeronáuticas dos dois países. “Somos países distantes e essa providência é necessária a qualquer aproximação”, disse a presidenta.
O acordo de cooperação educacional prevê convênios com oito instituições neozelandesas que receberão estudantes brasileiros no Programa Ciência sem Fronteiras. Segundo Dilma, um dos convênios trata de vagas para cursos de inglês durante as férias.
Além das parcerias firmadas hoje, Dilma disse que Brasil e Nova Zelândia têm muitos interesses em comum e que compartilham de visões semelhantes em relação a questões internacionais, como a reforma da Organização das Nações Unidas (ONU). A presidenta defendeu o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países e disse que investidores neozelandeses são bem-vindos no Brasil.
“Neste momento em que a crise afetou os maiores mercados, como é o caso da Europa, nada mais oportuno que nós cooperemos no sentido de viabilizar uma afetiva ampliação das nossas oportunidades comerciais e de investimentos”, disse a presidenta. “Estamos modernizando a infraestrutura, investindo na logística e na energia do nosso país, nos preparando para grandes eventos, por isso muitas são as oportunidades que se abrem para intensificar e para diversificar o fluxo bilateral de comércio e investimento”.

Empresas europeias revelam interesse em participar da operação dos aeroportos brasileiros


O principal evento do setor de infraestrutura aeroportuária da América Latina, que reúne toda a cadeia de prestadores de serviços e equipamentos para aeroportos, já tem data confirmada. A 3ª edição da Aiport Infra Expo acontece de 22 a 24 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP) e este ano traz uma novidade: a realização simultânea da Aviation Expo, uma área dentro da feira reservada às empresas integrantes da cadeia de fornecimento de equipamentos e serviços para a indústria da aviação comercial. Em 2013, o evento que reunirá 120 empresas, 33% de origem europeia, ocorre em meio à expectativa da apresentação do edital de licitação para as concessões dos aeroportos Galeão (RJ) e de Confins (MG) e do anúncio do plano de revitalização e expansão de 270 aeroportos regionais em todo o país.
“No setor aéreo como um todo temos duas frentes inegáveis. A primeira, é que a indústria da aviação comercial não pode ser dissociada da infraestrutura aeroportuária, por isso faz todo sentido criarmos um espaço que dê ênfase a este segmento dentro da Airport, aproveitando a sinergia entre as duas cadeias. Outro ponto é que o Brasil continua na mira de investidores internacionais. O interesse dos europeus em participar da operação dos aeroportos brasileiros é certo”, explica Paula Faria, diretora executiva da Sator Eventos, idealizadora e organizadora do evento.
Até a realização da feira, Paula acredita que a feira ultrapasse o número de 120 empresas expositoras, totalizando um aumento de mais de 15% no número de expositores. A executiva estima ainda um público visitante próximo de 6 mil profissionais. “Projetamos um crescimento de 20% na visitação pelo potencial de crescimento do setor em função dos planos de investimentos e das concessões anunciadas e da notoriedade que o assunto ganhou entre as empresas que têm sinergia com o mercado”.
A feira contará uma área de exposição de 8 mil metros quadrados, onde estarão expostos os lançamentos dos segmentos de controle de tráfego aéreo, comunicação, navegação, meteorologia, ground support, construção, design, operações, meio ambiente, segurança, tecnologia da informação, entre outros relacionados à infraestrutura aeroportuária. “Além da exposição, teremos durante a feira as Rodadas de Negócios, evento que organizamos no ano passado e que foi extremamente bem sucedido”, comenta Paula. Já na Aviation Expo, os visitantes poderão encontrar empresas e produtos dos segmentos de aeronaves, motores, dispositivos hidráulicos, Interiores de aeronaves, MRO, Serviços Auxiliares e financeiros.
Seminários – Durante a Airport Infra Expo será realizada a 3ª edição do Seminário Internacional de Infraestrutura Aeroportuária da América Latina, que este ano foi rebatizado e passa a se chamar AIE Airport Plus+ Latin American. Os temas definidos para o evento são: Cidades Aeroportuárias – as oportunidades de negócios; Novos conceitos de terminal de passageiros; Construção e ampliação de aeroportos; Gestão de aeroportos – concessões, regulação e desenvolvimento de negócios; Aeroportos tecnológicos – TI, automação & segurança.
Outro evento orientado à análise dos principais temas do setor é o 1º Seminário de Aviação Comercial Brasileira, fruto de uma parceria inédita entre a Sator Eventos e a ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas). De acordo com Adalberto Febeliano, consultor técnico da ABEAR, a associação tem como um de seus principais objetivos incentivar o hábito de voar no Brasil e “é natural, portanto, que deseje estabelecer canais de interlocução com a sociedade. É nesse cenário que se inserem seminários como o proposto pela Sator que viabilizem a discussão de temas relevantes para a Indústria do Transporte Aéreo”, defende.
O seminário pretende, ainda, ser um ponto de encontro e de troca de ideias para o setor de aviação comercial e propõe a discussão de temas como, por exemplo: Qualidade de serviços; Universalização geográfica de serviços; Universalização econômica de serviços; Sustentabilidade do transporte aéreo, em parceria com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e SAC (Secretaria de Aviação Civil).

TAM MRO estreia no mercado de manutenção de aeronaves Embraer


A TAM MRO finalizou na última semana o primeiro check (serviço de inspeção periódica de aeronaves) de jatos da família  Embraer 170/190, conhecidos como E-Jets. “Realizar esse serviço foi um grande desafio para nós e significa nossa estreia em um mercado em forte expansão na América Latina. Enquanto o crescimento da frota de aeronaves comerciais na América Latina é de 3,9% ao ano, a perspectiva de crescimento de aeronaves E-Jets é de 9%”, diz Luiz Gustavo Silva, diretor executivo da TAM MRO. De acordo com o executivo, o potencial de mercado para serviços de manutenção nestas aeronaves é de mais de US$ 150 milhões por ano, incluindo clientes no Brasil, Argentina, Colômbia e Caribe.
Em julho de 2012, a TAM MRO foi certificada pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) para trabalhar nesses equipamentos.  Dentre os serviços autorizados estão diversos checks, além de substituição de motores e de trens de pouso.  Os E-jets são adequados para rotas de média densidade e, por isso, são utilizados em rotas ponto a ponto e também regionais.  Atualmente, mais de 60 companhias aéreas em todo o mundo operam com esse tipo de aeronave. Para tornar-se apta a oferecer esses serviços, a TAM MRO enviou engenheiros e mecânicos a São José dos Campos para receberem, da própria fabricante, o treinamento necessário, além de ter adquirido materiais e ferramentas especiais para realizar os serviços em seus hangares em São Carlos, interior paulista.
“Nós já realizávamos serviços de manutenção em componentes da família de E-Jets e agora entramos no mercado de manutenção das próprias aeronaves, o que nos coloca em condições de explorar um mercado com garantia de competitividade e com a qualidade dos serviços de manutenção mundialmente conhecidos da TAM MRO.  Já iniciamos o check na segunda aeronave e estamos em negociação para outras.  O próximo passo é obter a certificação Embraer como Centro de Serviço (EASC – Embraer Authorized Service Center)”, afirma Silva.

Emirates faz novo processo seletivo em São Paulo e no Rio de Janeiro


A Emirates promove neste final de semana mais um Open Day, processo seletivo de tripulação, em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Sábado, dia 16, o evento ocorre às 9 horas no Bourbon Convention Ibirapuera (Avenida Ibirapuera, 2.527), na capital paulista. Domingo, dia 13, será no Rio de Janeiro, às 10 horas, no Ion Intelligent Centre (Avenida das Américas, 1.650, Barra da Tijuca).
O Open Day dá ao interessado a oportunidade de aprender mais sobre a profissão de seu sonho e também como viver em uma cidade cosmopolita como Dubai. Os candidatos poderão conversar com a equipe de recrutamento da Emirates e ter uma ideia de como a empresa funciona.
Atualmente, a Emirates voa para 130 cidades em 76 países, com uma frota jovem e tecnologicamente avançada de 198 aeronaves – outras 200 estão encomendadas, no valor de US$73 bilhões. Além disso, a empresa é a maior operadora mundial do modelo Airbus A380, com 31 em operação e 59 que serão entregues nos próximos anos.
Graças à rápida e dinâmica expansão, a Emirates está em busca de novos funcionários. A companhia oferece diversas oportunidades de trabalho a bordo e tem um time verdadeiramente internacional: 14 mil comissários de 120 países que falam 50 línguas.
A  Emirates voa para o Brasil desde 2007, quando inaugurou um voo direto entre Dubai e São Paulo. Em 03 de janeiro de 2012, a companhia aérea dobrou sua capacidade no país, ao lançar o serviço diário entre Dubai e Rio de Janeiro, com extensão a Buenos Aires. O avião utilizado na rota para a capital paulista é o Boeing 777-300ER com capacidade para 354 passageiros. Já para o Rio de Janeiro e Buenos Aires, a aeronave é o Boeing 777-200LR, para 266 passageiros. Hoje, a Emirates tem cerca de 550 brasileiros trabalhando como comissários e pilotos.
A Emirates busca funcionários dedicados, amigáveis, prestativos e de cabeça aberta. Os aplicantes devem ter mais de 21 anos e precisam levar no Open Day currículo em inglês e uma foto. É recomendável se registrar online com antecedência, pelo site http://www.emirates.com/careers